Feliz Ano Novo.
Feliz calendário novo, mês novo, roupa nova, talvez até "vida nova". Que nesse ano nossas risadas não sejam ofuscadas pelo mau tempo; que a felicidade não brinque de esconde-esconde conosco; que o sol brilhe morno; que a chuva caia mansa; que floresça; renasça; dê frutos. Que 2014 seja como uma semente em nossas vidas, a qual devemos regar, cuidar para que na hora certa tenhamos lindas flores. Que não nos falte coragem, persistência e foco, pois nada se conquista sem ter um objetivo. Então diga feliz: "Olá 2014, estou apostando em você."
Valéria Mares
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Como preto e branco
sábado, 28 de dezembro de 2013
Pequena
Tenho medo de trovão.
Fui pequena, doce em vão.
Sou sensível,
Mas não mostro.
Preciso de carinho
E finjo que não gosto.
Tenho olhos de gueixa,
Não se aproveite dessa deixa.
Tenho ódios ocultos,
Feridas e dilúvios.
E apesar de não parecer,
Inundo-te se me aborrecer!
Valéria Mares
Fui pequena, doce em vão.
Sou sensível,
Mas não mostro.
Preciso de carinho
E finjo que não gosto.
Tenho olhos de gueixa,
Não se aproveite dessa deixa.
Tenho ódios ocultos,
Feridas e dilúvios.
E apesar de não parecer,
Inundo-te se me aborrecer!
Valéria Mares
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Me calo
Valéria Mares
domingo, 22 de dezembro de 2013
Chove lá fora
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Os beija-flores da vida
Ando dormindo mal, comendo mal, vivendo mal. Sabe aquela agoniazinha de sentir de tudo? De transbordar sensações? De ser sensível? Acho que você não sabe. Sente-se e escute. O mundo não vai bem, meu caro. Eu sinto isso nesses dias que correm como crianças mal criadas. Tem pressa para ser noite e depois pressa para ser dia novamente. E o que as pessoas tiram disso tudo? Os dias passam tão rápido que elas nem se dão conta, não enxergam nada à sua volta. Me diga, qual foi a última vez que você viu um beija-flor? O beija-flor está lá no seu jardim, mas você para e olha parta ele? Não. Eu me sinto como esse beija-flor. Eu quero abrir os olhos das pessoas para o que há de belo. Ninguém tem mais paciência para ler bons livros e ouvir boas músicas. Os mais belos beija-flores da vida estão diante de nossos olhos, só não paramos para enxergá-los.
Valéria Mares
Valéria Mares
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Um mundo cinza pálido. Era assim que eu via tudo ao meu redor naquela ocasião. Eu me sentia enjoada com aquela solidão vertiginiosa. Me sentia dispensável mais uma vez. Tudo parecia desconexo e sem foco, distanciando-se de mim. Quando você é trocado e deixado de lado, percebe que esteve sempre sozinho, que ter pessoas superficiais ao seu lado não vai suprir a sua necessidade profunda por pessoas inteiras.
Valéria Mares
Valéria Mares
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A passos leves
Vivo procurando o teu cheiro, o teu encanto,
O teu afeto, em cada canto.
Vivo caminhando sem rumo, sem vida.
Sou como uma poesia que precisa ser lida.
Necessito de apoio,
uma bengala, o teu consolo.
Meus passos são leves
Por vezes perigosos e breves.
Não tenho medo de chuva,
Temo visão turva.
Gosto de enxergar,
De ver o que há de bonito para se olhar.
Ando carente de pele, calor,
Mas, se puder, tamém me dê amor.
Não sou muito de cobrar,
Mas se vim, venha para ficar.
Valéria Mares
O teu afeto, em cada canto.
Vivo caminhando sem rumo, sem vida.
Sou como uma poesia que precisa ser lida.
Necessito de apoio,
uma bengala, o teu consolo.
Meus passos são leves
Por vezes perigosos e breves.
Não tenho medo de chuva,
Temo visão turva.
Gosto de enxergar,
De ver o que há de bonito para se olhar.
Ando carente de pele, calor,
Mas, se puder, tamém me dê amor.
Não sou muito de cobrar,
Mas se vim, venha para ficar.
Valéria Mares
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Simples e complexa
Eu não tenho muitas certezas. Sei que sou nova demais, inocente demais, menina demais. Mas nada disso me impede de ser esse furacão de perguntas sem respostas, de dúvidas adultas, de grandes sonhos. Quero muito, quero mais. Não fujo, nunca fujo. Minha fúria, por vezes, transforma-se em persistência. Sou teimosa. Não aceito um "não" seco, quero um "como" e um "porquê". Vou até os limites por respostas. Sou simples para quem sabe lidar comigo. Sou uma equação matemática, sempre escondo um x.
Valéria Mares

Valéria Mares

quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Metalinguística
Metalinguística.
Minha meta é linguística,
Minha meta é escrever, compor, cantar,
É poetizar.
A vida, o fazer, o amar.
Por no papel meu jeito,
Sem jeito, sem tato.
A pureza de um simples ato.
Minha meta é escrever,
E, com rabiscos bobos,
Expor meu querer.
Valéria Mares
Minha meta é linguística,
Minha meta é escrever, compor, cantar,
É poetizar.
A vida, o fazer, o amar.
Por no papel meu jeito,
Sem jeito, sem tato.
A pureza de um simples ato.
Minha meta é escrever,
E, com rabiscos bobos,
Expor meu querer.
Valéria Mares
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